Novo teste de urina pode detectar câncer de bexiga

Novo teste de urina pode detectar câncer de bexiga

Um novo teste de urina que usa uma proteína, chamada de queratina 17 (K17), como biomarcador de câncer, pode revelar a presença de casos novos ou recorrentes de câncer de bexiga. A descoberta e metodologia é de uma pesquisa na Stony Brook University liderada por Kenneth Shroyer.

Em média, 81 mil casos de câncer de bexiga são diagnosticados nos Estados Unidos, a cada ano, segundo a American Cancer Society. A detecção precisa do câncer de bexiga costuma ser difícil e envolve testes invasivos. Assim, o novo método, baseado na detecção de K17 em amostras de urina, pode ajudar a orientar o tratamento, além de melhorar a precisão do diagnóstico.

“É importante encontrar novos biomarcadores para detectar com mais precisão a UC, uma vez que os métodos padrão usados ​​na maioria dos laboratórios de citologia são baseados principalmente em detalhes microscópicos que nem sempre distinguem claramente o câncer das células benignas”, explicou o Dr. Shroyer, professor e presidente da Marvin Kuschner de Patologia na Escola de Medicina da Renascença da Universidade Stony Brook e também inventor do teste K17.

Os dados concluíram que o teste K17 é um teste diagnóstico altamente sensível e específico para a triagem inicial e para a detecção de recorrência em todos os graus de UC. Com isso, os pesquisadores acreditam que o potencial deste teste como uma forma não invasiva de detectar UC ajudará a transformar as práticas diagnósticas de câncer, a intervenção terapêutica precoce e o prognóstico da UC.

O atual estudo publicado se baseia nas descobertas para mostrar que o teste K17 pode ser realizado como um teste não invasivo em amostras de urina. Através de vários conjuntos de amostras de urina, a equipe de Stony Brook descobriu que o teste de urina K17 detectou UC em 97% dos casos que foram confirmados por biópsia de câncer, incluindo 100% dos casos com UC de alto grau.

Fonte: Medical Xpress

Antes do tratamento, câncer pode causar alterações no coração

De acordo com uma nova pesquisa, alguns tipos de câncer podem alterar a aparência e o funcionamento do coração. Nos Estados Unidos, estima-se que 1,9 milhões de pessoas serão diagnosticadas com câncer este ano, segundo informações do National Cancer Institute.

Com isso, ter um histórico de câncer se relaciona com o risco de problemas cardiovasculares, por exemplo, sobreviventes mais velhas do câncer de mama possuem maior probabilidade de morrer de doenças cardiovasculares e não de câncer de mama. Ademais, o câncer e as doenças cardíacas compartilham fatores de risco, incluindo obesidade e uso de tabaco.

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