Apple: júri decide que empresa deve pagar US$ 300 milhões em disputa de patentes

Apple: júri decide que empresa deve pagar US$ 300 milhões em disputa de patentes

Após um novo julgamento de disputa de patentes, um júri no estado do Texas determinou que
a Apple terá que arcar com US$ 300 milhões em royalties. A empresa de Cupertino deverá
pagar pelo uso indevido de patentes da Optis Wireless Technology nos iPhones, iPads e Apple
Watch.

Em 2020, outro júri chegou a conceder US$ 506 milhões à Optis, no entanto, um juiz acabou
anulando a sentença em abril e ordenou um novo julgamento.
Conforme o divulgado pelo The Register neste sábado (14), as cinco patentes envolvidas no
caso judicial já pertenceram à sul-coreana LG, a Panasonic e a Samsung, mas depois foram
compradas pela Optis.

Um porta-voz da Apple escreveu ao The Verge, dizendo que a companhia ficou desapontada
com o veredicto e planeja recorrer da decisão.

“A Optis não fabrica produtos, seu único negócio é processar as empresas usando as patentes
que acumulam”, escreveu o porta-voz. “Continuaremos a nos defender contra as suas
tentativas de extrair pagamentos indevidos pelas patentes que adquirirem”.

Por fim, vale ressaltar que no mês de julho a Apple relatou um novo recorde em receita
referente ao terceiro trimestre de 2021: US$ 81,4 bilhões (cerca de R$ 427 bilhões em
conversão direta).

Apple explica seus erros na proposta de “monitoramento”
Após causar polêmica, a Apple publicou um novo documento, explicando os seus erros nas
recém-anunciadas medidas de monitoramento de conteúdo nos iPhones e outros dispositivos
da marca da Maçã.

Na última semana, vale lembrar que a empresa informou que analisaria o conteúdo dos seus
aparelhos para identificar usuários que compartilham materiais de pedofilia, aos quais a
companhia se refere pela sigla “CSAM” (ou, “Material de Abuso Sexual de Crianças” em
tradução livre).

A empresa de Tim Cook chegou a receber diversos elogios sobre as medidas e seus objetivos.
Contudo, entidades como a Electronic Frontier Foundation (EFF) e até o WhatsApp se
mostraram decepcionados, visto que a empresa é conhecida justamente pelo seu apreço
quando o quesito é a privacidade dos usuários.

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