Genjitsu Shugi Yuusha no Oukoku Saikenki Episódio 13(Final): UM FINAL TRANQUILO COM O PRESSÁGIO DE UM FUTURO DE DESAFIOS

Genjitsu Shugi Yuusha no Oukoku Saikenki Episódio 13(Final): UM FINAL TRANQUILO COM O PRESSÁGIO DE UM FUTURO DE DESAFIOS

Bem, faz tempo desde minha última análise; devido alguns problemas pessoais tive que me ausentar e acabei passando um tempo maior fora dos animes, principalmente desse que tive que rever com mais calma apesar de ter sido um final até confortante. Mas é claro que eu vou pegar no pé das falhas anteriores e enfatizar o quanto esse último episódio poderia ter sido muito mais importante.

Voltemos para a primeira resenha quando eu falei sobre os motivos de Souma Kazuya ter sido convocado; a ameaça de ser entregue ao Império para ser mais preciso; e de como ele foi reconstruindo todo um reino e suas alianças para salvar o próprio pescoço. E convenhamos, sair um pouco mais de consciência limpa pelo trabalho bem feito. Nessa época a prioridade era se manter seguro, entregar um bom resultado e voltar para o seu mundo (no caso o nosso mundo); ele nem tinha mais família para quem voltar e o último desejo do seu avô era que ele construísse uma, para que no fim, não ficasse sozinho.

Parece que estou enrolando só para criar um texto maior em um episódio onde parece que não tem muito o que contar, porém, é bem pelo contrário. Esse episódio foi a conclusão de toda a jornada de Souma; todas as suas dúvidas; suas ideias sobre o reino o qual foi convocado; as pessoas e como elas se enxergavam; como ele próprio se enxergava e passou a se enxergar. Ele não tinha intenção alguma de construir algo pessoal em Elfrieden, e sem perceber acabou construindo mais do que estradas e comércios; mais do que alianças diplomáticas e regiões reconquistadas; mas no fim, acabou construindo o que seu avô, no primeiro episódio, mais desejou para ele: Uma família. Um lar onde existisse pessoas a quem ele devesse proteger, amar, se esforçar.

E aqui é que retorno a minha maior crítica dos dois episódios anteriores os quais retrataram os momentos mais críticos dessa guerra: a falta de intensidade mal trabalhada no meio do arco acabou diminuindo o peso do seu fim. Se a guerra fosse mais bem trabalhada, e isso é nítido até para quem não acompanha a obra original, iriamos nos sentir mais confortáveis e animados com tudo que vemos nesse episódio. Finalmente um Souma que chama sua irmã adotiva, Tomoe, como sua irmãzinha a quem ele deve cuidar e alegrar. Claro que vemos gestos de carinhos com os outros membros de sua família construída pelo esforço e lealdade, mas aqui é reforçado principalmente por Juna, a qual finalmente teve seu momento de “romance no ar” com o protagonista. Assim como os claros ciúmes de Liscia Elfrieden que no final também é presenteada (E olhem aqui seus anti-harem da vida; nem sei se existe essa palavra, não me venham reclamar dos relacionamentos do protagonista dessa obra, não ousem estragar o momento!).

Juna, Tomoe e Souma
Juna, Tomoe e Souma
Liscia enciumada é linda

Novamente, com a ameaça da guerra e a mesma enfatizando o perigo no qual Souma havia se metido no confronto contra Gaius VIII, o sentimento de ver um único episódio focado em finalmente nos mostrar o protagonista apreciando uma volta com membros de sua família seria muito mais prazeroso. Seu progresso de alguém querendo sair logo daquele mundo; seguido de um reconhecimento de ter aceito “fingir ser rei” ao longo de seus trabalhos; e finalmente culminando em um Souma reconhecendo que fará de tudo para proteger a sua família, é realmente belo e reconfortante. Como eu disse, o episódio parece simples, mas é uma conclusão coerente e necessária para o que pode vim mais à frente.

A felicidade após os conflitos

Finalmente o Império Chaos dá suas caras, de duas maneiras por sinal: A primeira é como se faz sua importância liderada por Maria Euphoria, também chamada como “Santa do Império”. Ela criou a união entre os reinos, na qual falarei mais adiante, e que está à frente da luta contra os demônios; também representando um lado mais “apaixonado” enquanto Souma é mais “racional”. A segunda forma é através de Jeanne Euphoria, a irmã mais velha e líder das tropas; essa por sua vez tem a missão de devolver o principado de Amidonia devido ao tratado criado por sua irmã: “Nenhum reino pode tirar o reino de outro a força”; algo estabelecido para manter uma aliança forte contra os demônios. E foi dessa brecha que Gaius VIII e seu filho Julius se aproveitaram para poder tomar o reino de Elfrieden a força, já que Souma não assinou o tratado.

Maria Euphoria
Jeanne Euphoria

Esse é o presságio da próxima temporada; na qual foi confirmada e torço para melhorarem na animação e adaptação; um Império poderoso que pode varrer um reino inteiro com facilidade surgindo após o fim de uma guerra interna, somado com uma certa tentativa diplomática que a própria Jeanne demonstra ao se encontrar com Souma. Os dois lados não querem guerra, Souma ainda mais já sabendo os quão fracos estão agora, mas eles claramente não terão um acordo fácil de ser feito. Bem, chegamos ao fim da primeira temporada desse anime que me surpreendeu devido ao seu gênero já conhecido, mas trabalhado de outra forma; como eu disse antes, espero uma segunda temporada melhor trabalhada para podermos voltar com mais análises. Sinceramente, espero que tenham gostado de acompanhar as análises dessa série; e haverá outras; e que como eu, tenham sidos bem surpreendidos com esse anime.

Preparem-se para os próximos desafios

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