Tecnologia

Zuckerberg apoiou compartilhamento de dados de usuários do Facebook

Como na vida todos nós temos aquele momento do “ah se desse pra voltar no tempo”, o dono do Facebook não poderia estar de fora não e mesmo, Mark Zuckerberg teve que dar muitas explicações sobre e-mails pegos pelo painel do governo britânico que investigava o Facebook sobre uma estratégia da empresa para compartilhamento de dados, Mark não aprovou a pratica empresarial de fornecer a milhões de desenvolvedores de software acesso aos dados dos usuários antes de endossar a pratica em 2012, segundo os e-mails internos, que foram publicados na quarta-feira, dia 6.

A questão é que um aplicativo de questionário coletou dados de mais ou menos 87 milhões de usuários do Facebook no ano seguinte, e depois compartilhou as informações com a agora extinta, consultoria britânica de Cambridge Analytica ( consultoria essa que trabalhou na campanha presidencial de Donald Trump).

Mark lamentou a escolha que teve em uma publicação na quarta, falando que se tivesse reprimido o acesso aos dados um ano antes poderia ter evitado um escândalo que pudesse manchar a reputação da empresa.

Mark em sua publicação diz:

“Lançamos o Facebook Plataform em 2007 com a ideia de que mais aplicativos deveriam ser sociais.

Muitas empresas novas e grandes experiências foram construídas nessa plataforma, mas ao mesmo tempo, alguns desenvolvedores criaram aplicativos obscuros que abusavam dos dados das pessoas”,

“Em 2014, para evitar aplicativos abusivos, anunciamos que estávamos mudando toda a plataforma para limitar drasticamente os dados que os aplicativos poderiam acessar”.

Segurança é o tipo de coisa que nós procuramos a todo momento, ter essa segurança invadida por qualquer motivo já é suficiente para ficarmos em estado de alerta constante, mas até onde isso pode ser levado ao “pé da letra”. Hoje e muito importante que certas coisas fiquem as claras tanto para nossa segurança como desenvolvimento constante, a própria polícia hoje utiliza muitas das vezes as redes sociais para investigações de várias vertentes, mas aí você se pergunta:  Até onde ela pode ir?, talvez o mais certo seria perguntar por onde ela pode ir, muitas vezes os próprios usuários que utilizam de meios ilícitos, seja para obtenções de conteúdos impróprios ou até mesmo acessando em  sites que não possui nenhuma segurança por trás, deixam seus rastros através de redes sociais, e com isso facilitando a captura por meio das autoridades.

Ter a privacidade invadida quando se tem um porque tão contundente e até mais fácil de entender do que quando o motivo é banal, mas até onde podemos chegar com isso sem interferir com o usuário final que não necessariamente está envolvido no caso?, é isso que as autoridades tem que ter em mente.

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