Detetive Pikachu – Crítica

Detetive Pikachu – Crítica

A nostalgia bateu em todos que assistiram Detetive Pikachu, que veio para realizar o sonho que toda criança já teve.

O novo filme de Pokémon, feito pela Warner Bros juntamente com a Pokémon Company, traz a história de Tim Goodman que vive em uma cidade que não havia sido vista no anime ou nos games. O Jovem Tim se mete em uma investigação para saber o que aconteceu com seu pai, que foi morto a poucos dias; nessa aventura ele encontra o um Pikachu e várias confusões.

O longa nos mostra que é possível fazer um bom filme de Pokémon, com músicas originais dos games de Game Boy, com uma ambientação fenomenal e uma história que consegue englobar o mundo Pokémon. Entretanto, essa história, que se passa 20 anos depois da aventura do Ash em Kanto, acaba se perdendo em alguns fatores, principalmente por ser, às vezes, muito lenta e a história ficar meio que parada por bastante tempo, mas isso encaixa na ideia de “investigação policial”; outro fator crucial que fez o filme se perder (além de não ter uma batalha decente) foi colocarem todas as gerações de Pokémon de uma vez, isso gerou muito conteúdo para mostrar em pouco tempo de filme, então existe meio que uma “seleção” para os pokémons mais clássicos da franquia aparecerem.

Em contraponto, todos esses aspectos negativos geraram uma sensação de querer ver mais desse universo que foi criado; além da ótima atuação de Ryan Reynolds como Pikachu, a vontade que todos ficam é de ver mais 3 ou 5 filmes de Pokémon no mesmo estilo, sem falar no desejo de entrar na tela e viver junto com todos aqueles pokémons maravilhosos que estão presentes no local. Então se você é fã de Pokémon e sempre quis ver uma experiência de como seria se eles existissem de verdade, aí está uma ótima oportunidade.

 

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